A Quinta Disciplina - A partir do conceito inovador da "organização que aprende", na qual as pessoas são o principal meio de alavancagem para os processos de mudança, Peter Senge desenvolve um vigoroso corpo de idéias e ferramentas, que estimula o trabalho em equipe e ajuda a organização a se preparar para os desafios do futuro. Neste livro, há uma fusão de um corpo coerente de teoria e prática, levando o todo da organização a ser mais eficaz que a soma das partes e estimula as empresas a buscarem a única fonte de vantagem competitiva sustentável, a aprendizagem organizacional.sexta-feira, 15 de junho de 2007
Dica bibliográfica
A Quinta Disciplina - A partir do conceito inovador da "organização que aprende", na qual as pessoas são o principal meio de alavancagem para os processos de mudança, Peter Senge desenvolve um vigoroso corpo de idéias e ferramentas, que estimula o trabalho em equipe e ajuda a organização a se preparar para os desafios do futuro. Neste livro, há uma fusão de um corpo coerente de teoria e prática, levando o todo da organização a ser mais eficaz que a soma das partes e estimula as empresas a buscarem a única fonte de vantagem competitiva sustentável, a aprendizagem organizacional.Dica de artigo - O tripé das organizações: pessoas, cultura e comunicação
Neste artigo, Andréa Clara Freire Batista, mestre em comunicação social e mestranda em administração, apresenta uma pesquisa bibliográfica que examina a ligação entre a gestão de pessoas, cultura organizacional e comunicação empresarial. Para ela, as empresas que pretendem sobreviver no mercado devem ter como premissa a adoção de uma atitude transparente diante de seus públicos interno e/ou externos. Apresentar e divulgar constantemente sua filosofia e missão econômica e social torna-se imprescindível. Diversas tendências têm modificado a ampliado as maneiras de como é possível se comunicar com os públicos, assim, tanto a gestão de pessoas, quanto a cultura organizacional e a comunicação empresarial vem assumindo importância cada vem maior. Para Andréa este tripé apresenta-se como essencial para o sucesso das organizações.
Leia o artigo completo em: http://www.comtexto.com.br/2convicomartigoAndreaClaraFreireBatista.htm
Dica de texto - Imagem: O Marketing da ilusão
Dica bibliográfica
Poder, Cultura e Ética nas Organizações – O desafio das formas de gestão, um livro de Robert Henry Srour é a indicação de bibliografia para o tema Cultura e Comportamento Organizacional. Ele foi usado principalmente como base para o texto o “Poder nas Organizações”, postado neste blog, pois relata desde as práticas sociais que formam o espaço social como relações de produção, de poder e de saber, até as formas de poder econômico, político e simbólico exercidas dentro das organizações. Dica de site - CONVICOM
Apresentação:O CONVICOM – Congresso Virtual de Comunicação Empresarial é uma iniciativa pioneira no Brasil e define-se como um espaço amplo e democrático para o debate dos principais temas vinculados à Comunicação Empresarial. Ele se diferencia dos demais eventos de Comunicação Empresarial por vários motivos.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Mudança cultural nas organizações
Atualmente muito se discute a respeito das mudanças no campo dos negócios. Com os grandes e crescentes avanços da tecnologia, a ordem é se atualizar. Dia após dia, novos recursos são disponibilizados para as empresas facilitarem o seu trabalho e tornarem-se mais competitivas no mercado. Entretanto, implantar uma solução tecnológica e esperar que os membros da organização comecem a se adequar entre si não é suficiente. Trabalhar a mudança na cultura de uma organização não é tarefa tão fácil assim. Modificar as "ortodoxias" no setor de uma empresa gera resistência nas pessoas, o que acaba gerando conflitos internos e atrasando a adaptação às novas tecnologias da informação.
Segundo o especialista em estratégia, Gary Hamel, o segredo para o sucesso dessa quebra de paradigmas pode estar na definição de um conceito novo e ainda pouco conhecido, mas bastante eficiente: a resiliência, capacidade de se adaptar a mudanças sem perder a essência. Mudar apenas a estratégia na estrutura de uma organização não basta, já que é preciso mudar crenças e comportamentos das pessoas que nela trabalham. É necessário criar um modelo organizacional que apoie a mudança cultural. Repassar quais os resultados que a empresa deseja, discutir como alcançá-los e premiar aqueles que o fizerem é a estratégia mais apropriada. Parece simples, mas não é o que acontece hoje nas organizações. A mudança, no mínimo, tira as pessoas da situação onde estão confortáveis e preparadas para situações restritas e as leva para um espaço onde são desafiadas a aprender e criar.
A mudança cultural de uma organização deve ser planejada. Criar um relatório do sistema atual e das novas regras que se adaptam com os novos objetivos é primordial. É evidente que isso não vai modificar a cultura, mas certamente guiará os funcionários para o caminho que devem seguir. Criar incentivos para o alcance de metas e realizar treinamentos são ótimos ingredientes para o sucesso dessa mudança de ação. É comum nas empresas alguns líderes serem os modelos de comportamento. Por esse motivo, é importante que a atitude dessas pessoas seja também modificada, já que muitos seguem exatamente o que seus líderes fazem. A comunicação entre esses deve ser transparente e participativa para que a equipe esteja totalmente envolvida na mudança. Um único funcionário que esteja fora do novo modelo, pode repassar a sua resistência a muitos outros, o que, conseqüentemente, atrapalhará o andamento do processo.
O bom resultado da mudança cultural em uma organização depende, portanto, do total conhecimento das crenças atuais da empresa, da criação de um plano de comunicação estratégico adequado para cada instituição e do apoio dos administradores da empresa durante toda a sucessão de mudanças. É de extrema importância que os dirigentes da organização aprovem e acompanhem a manutenção da cultura organizacional, pois sem o auxílio deles, dificilmente o projeto da mudança será bem-sucedido. Se todas as áreas da empresa trabalharem sintonizadas e com o mesmo objetivo, as transformações terão um resultado muito mais satisfatório e, assim, a organização estará pronta para crescer à medida que surgirem novas necessidades de atualização neste competitivo mercado dos dias de hoje.
REFERÊNCIAS
HSM MANAGEMENT, Nº 50, Ano 9, Vol. 3, Mai-Jun/2005, p. 74-78.
REFERÊNCIAS
HSM MANAGEMENT, Nº 50, Ano 9, Vol. 3, Mai-Jun/2005, p. 74-78.
Gestão de mudanças. Disponível em http://www.milestone-ti.com.br/View.do?Tipo=Servico&No=2 Acesso em 10 jun. 2007.
PIMENTA, Lidiane Malagone. Comunicação e Cultura Organizacional. Disponível em http://www.comtexto.com.br/convicomartigoLidianecomeculturaorganizacional.htm
Execução – Criando o Modelo para a Mudança Cultural. Disponível em http://ogerente.com/congestionado/2006/12/21/execucao-criando-o-modelo-para-a-mudanca-cultural/ Acesso em 11 jun. 2007.
Imagem Corporativa
A partir dos anos 90 o conceito de imagem cresce e torna-se o grande diferencial de competitividade para as empresas. Pela imagem a empresa mostra os valores, princípios e sua filosofia, servindo como um canal direto com seu consumidor. A identidade de uma empresa não está em si mesma, mas na visão que o consumidor e a opinião pública têm dela. Isto depende não só das atitudes concretas, da excelência de produtos ou serviços, mas, sobretudo do que ela apresenta ser. Mas “parecer ser” sem realmente “ser” é muito perigoso. A imagem que não corresponde à essência é um grande risco. Autores em geral citam que a imagem é o grande patrimônio da empresa, algo quer possui um valor superior até aos produtos e serviços por ela oferecidos.
A falta de consciência da importância da imagem de uma empresa nos mostra o quanto elas não estão preparadas. Com uma sociedade cada vez mais exigente, as pressões sobre essa imagem só tende a crescer. De nada adianta fazer um grande planejamento estratégico para tal empresa e seus produtos se esquecem de cuidar de sua imagem e como se comunicam perante seus funcionários e a sociedade. A pouca credibilidade causada pela má imagem causa problemas para as organizações.
As empresas são as que mais sofrem com isso, pois elas perdem competitividade, capacidade de produzir e oferecer mais. Os clientes, consumidores e todos que são envolvidos diretamente com essa mesma empresa perdem em virtude dessa má reputação. Uma boa imagem gera negócios, conquista clientes, parceiros e fornecedores. Também atrai e mantém melhores profissionais trabalhando para si dando credibilidade e força no mercado.
Percebe-se com isso que a boa imagem é onde as empresas devem apostar. Logicamente, sem descuidar dos serviços e produtos oferecidos, mas sempre atento ao que está passando aos seus consumidores. É essa imagem que impulsiona a empresa, que faz com que seja reconhecida e respeitada pelo seu público.
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